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| Monastério ESFIGMENOU | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Tradução: pe. André
Santo MONASTÉRIO ESFIGMENOU está localizado no lado nordeste da península, cercado por uma parede retangular, o que lhe dá um espaços o pátio. Está construído de forma a causar a impressão de que se precipita ao mar. Estabeleceu , provavelmente, a sua forma atual, no X ou XI século. Foi fundado originalmente pelo Empress Byzantine Pulcheria no V século, de acordo com a tradição e arquitetura athonita. Por três vezes foi submetido a invasão e saques dos piratas e, no século XI, sofreu um incêndio destruidor que o conduziu ao declínio. Seu florescimento teve início outra vez no século XVII, porém, a Guerra pela Independência Grega, ocorrida em 1821, causou novamente grandes danos ao monastério. Possui um grande e valioso acervo de ícones bizantinos e pós-bizantinos, dentre os quais se destaca o impressionante mosaico de Cristo. O Katholikón foi construído em 1810 no lugar de uma igreja antiga demolida, e é dedicado a Ascensão de nosso Senhor. Exibe uma imponente abóbada central rodeada por sete outras menores em volta. Os afrescos são de1811, 1818, e 1841, obra dos pintores de Galatista. Além do katholikón, o monastério possui ainda quinze capelas, oito fora do complexo monástico e sete internas. As duas capelas do Katholikón são dedicadas a Apresentação da Santa Mãe de Deus e aos Arcanjos e estão localizadas à direita e à esquerda do pórtico central. As outras capelas internas são dedicadas a São Cosme e Damião, Santo Anthimos, São Jorge, Santos Constantino e Helena, São Gregório Palamás, Neilos o sábio, Neilos o Myrovletes e João, o Misericordioso. Próximo ao Katholikón está localizado o phiale (fonte) para a bênção das águas. O edifício o mais velho é o refeitório com seus afrescos dos séculos XVI e XVII. A passagem para o refeitório fica no lado oposto ao katholikón. A biblioteca monástica contém 372 antigos códices manuscrito e cerca de 8.000 livros impressos. No Museu está conservada, além de outras rica e valiosas obras, uma parte do tecido bordado a ouro que, acredita-se, tenha pertencido a Napoleão Bonaparte. O monastério é habitado por uma comunidade de 22 monges que seguem estritamente a tradição monástica Athonita. É o décimo oitavo na hierarquia dos monastérios Athonitas.
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*Fontes:
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