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3ª Conferência Mundial de Fé e Ordem,

Lund, 1952

«Uma Palavra às Igrejas»

hegamos a um ponto crucial nas nossas discussões ecumênicas. Ao chegar a conhecermo-nos melhor, os nossos olhos abriram-se para a profundidade e dor das nossas divisões e também para a natureza essencial da nossa unidade. A medida de unidade que foi dada às igrejas, para que reconheçam os laços que as unem entre si, deve agora expressar-se sob formas mais concretas. A fé na unidade da Igreja de Cristo que não encontra a sua expressão concreta em atos de obediência ao conteúdo dessa fé, é uma fé morta. Existem verdades respeitantes à natureza de Deus e à sua Igreja que jamais conheceremos a menos que atuemos de acordo e em obediência à unidade que já reconhecemos como nossa. Pediríamos, portanto, a todas as nossas igrejas que considerem seriamente se estão fazendo tudo o que lhes é possível para manifestar a unidade do povo de Deus. Não deveriam as nossas igrejas perguntar-se da sua obrigação de agir como um só corpo em todos os assuntos onde seja possível alcançar-se um acordo, deixando para a ação separada as coisas nas quais seja impossível, devido a profundas diferenças de convicção, agir de comum acordo com os outros cristãos?

... Vemos claramente que não podemos dar passos concretos para a unidade se ficarmos só na comparação das nossas variadas concepções da natureza da Igreja e das tradições a que elas pertencem. Mas, mais uma vez, constatamos que na medida em que nos aproximamos mais de Cristo, mais nos aproximamos uns dos outros. Precisamos, portanto, alcançar uma mais profunda e rica compreensão do mistério divino da união de Cristo com a sua Igreja. Temos de compreender cada vez mais que as histórias separadas das nossas igrejas só alcançam o seu verdadeiro e pleno sentido quando vistas na perspectiva das relações de Deus com todo o seu povo.

... Concordamos que não existem duas Igrejas, uma visível e a outra invisível, mas uma só Igreja que tem de manifestar a sua visibilidade na terra, mas diferimos na nossa crença quanto a certas formas doutrinais, sacramentais e ministeriais serem da essência da própria Igreja. Conseqüentemente, o nosso entendimento do caráter da unidade da Igreja na terra é diferente, embora nenhum de nós pense em termos de uma instituição com uma estrutura de governo rígida e uniforme e todos ansiemos o momento em que todos os cristãos possam participar sem restrições no Sacramento e na comunhão uns com os outros."

Fonte:

Presbyterian Church of Portugal


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