![]() |
![]() |
||||||||||||||||||||||||
![]() |
|||||||||||||||||||||||||
|
Domingo, 13 de Janeiro: |
|||||||||||||||||||||||||
| «Domingo Após a Epifania de Nosso
Apolitikion (8º tom) Desceste das alturas, ó Misericordioso, Kondakion (8º tom) Glória ao Pai †, ao Filho e ao Espírito Santo. Tendo ressuscitado do túmulo Agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém Tu, que pela nossa salvação nasceste da Virgem, Apolitikion da Festa (1º tom) Batizando-te no Rio Jordão, ó Senhor, Kondakion da Festa (4º tom) Salva, Senhor, o teu povo A ti Senhor, eu clamo, Deus meu, Prokímenon Fazei votos ao Senhor nosso Deus e cumpri-os; Deus é conhecido na Judéia, Epístola: «Unidade na diversidade» Ef 4, 7-13: Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo aos Efésios
Aleluia Aleluia, aleluia, aleluia! Vinde, regozijemo-nos no Senhor, Apresentamo-nos diante d'Ele com louvor, Evangelho: «A Esperança começa na Galiléia» Mt 4, 12-17: Leitura do Santo Evangelho segundo São Mateus
Kinonikón Manifestou-se a Graça de Deus que a todos salva! OBS.: Na Bênção Final acrescenta: Que aquele que quis ser batizado por João, no Jordão, para nossa salvação, o Cristo ... ; Encerramento da Festa no dia 14.
A Fonte dos dons eclesiais é o Cristo Glorioso, O que está sentado à direita do Pai. Esclarece depois a função e o objetivo dos dons que se concretizam nos ministérios. O objetivo essencial das diversas funções é favorecer o Corpo de Cristo na Unidade e na Caridade. No Domingo após a Epifania do Senhor, tendo celebrado o seu santo Batismo, o evangelista Mateus nos narra os episódios que sucederam o período de quarenta dias no deserto:
O Senhor, após seu Batismo no Rio Jordão, é guiado pelo Espírito ao deserto e lá confronta-se com as provações. Jesus venceu todas as tentações. O início de sua pregação aconteceu após a prisão de João, o Precursor, daquele que veio preparar sua vinda. «Depois que João Batista foi preso, Jesus voltou para a Galiléia, pregando a Boa Notícia de Deus: 'O tempo já se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo: convertam-se e creiam no Evangelho.» (Mc 1, 14-15) E começa dizendo que o tempo da espera tinha chegado ao fim: "o tempo já se cumpriu". João Batista anunciava por sua pregação o caminho de preparação para a vinda do Messias. Jesus, porém, não anunciou sua chegada, mas que o Reino de Deus já estava no meio deles. Sua pregação não era em torno de sua própria Pessoa. Ele não chamava atenção sobre Si mesmo; mas anunciava que o tempo da libertação definitiva já havia chegado. A breve mensagem de Jesus soava como a do Batista. Só que Jesus a personificou e, o arrependimento que pedia era para receber o Evangelho. O Reino de Deus se fez, portanto, presente e atuante na pessoa de Jesus. Como o Batista, Jesus também exigia conversão: "convertam-se". Mas não era mais uma conversão na expectativa da vinda do Filho de Deus. A conversão acontecia porque o Senhor do Céu e da Terra, o Filho Unigênito de Deus já estava entre os homens. A missão do Senhor, portanto, teve inicio após estes dois grandes acontecimentos: o Batismo e o tempo de oração no deserto. Das águas vivificantes do Jordão e da aridez do deserto nasceram o impulso do anúncio do Reino de Deus. Assim como o Batismo do Senhor O levou à Missão Evangelizadora, também nosso Batismo deve frutificar em momentos de graça. O Batismo nos convida à oração e à meditação; nos convida ao deserto onde podemos fazer a experiência do encontro pessoal com Deus. Depois, iluminados e revestidos da Graça, poderemos partir para a missão e pregar «aquilo que vimos, ouvimos e sentimos». (São Paulo). Após a Epifania, os evangelhos não mencionam mais nenhum batismo até a Ressurreição do Senhor, quando os discípulos receberam d'Ele a ordem de batizar a todos. O acontecimento no Jordão e o início de sua pregação na Galiléia revestem-se de especial relevância, bem maior que a de simples dados biográficos ou históricos. Eles revelam de fato, quem é Jesus na História da Salvação. Tanto nos Evangelhos como nos Atos dos Apóstolos, o Batismo do Senhor é visto como ponto de partida do Mistério da Salvação e da Redenção do mundo. Para São Clemente de Alexandria (+215) «O Batismo é iluminação, regeneração, banho e, através dele, nos tornamos filhos de Deus, recebendo a imortalidade.» Deus nos fez para a vida e não para a morte. Deus nos fez para a Luz e não para as trevas. Uma vez iluminados e viventes, nosso compromisso é nos conformar gradativamente a Cristo, vivendo sob a luz de seus ensinamentos: amando, perdoando e proclamando sem cessar a todos a Boa-Nova da Salvação que Ele nos trouxe. Santo Irineu ( +202) defendeu em seus escritos o batismo administrado às crianças e não somente aos adultos «para que a Graça Divina - diz ele - seja dada a todos desde cedo, para que sua missão comece igualmente cedo.» Fontes: GOEDERT, Valter. Teologia do Batismo. São Paulo - Ed. Paulinas - 1987
|
|||||||||||||||||||||||||
|
© 2004-2008 ECCLESIA Brasil |
| Home | Igreja Ortodoxa | Patriarcado Ecumênico | Arquidiocese Grega | Monte Athos | | Calendário Ortodoxo | Canto Litúrgico Bizantino | Livro de Visitas | Links | N E W S | |
||||||||||||||||||||||||