![]() |
![]() |
|||||||||||||||||||||||||
![]() |
||||||||||||||||||||||||||
| Domingo, 27 de Julho: | ||||||||||||||||||||||||||
|
«Meu filho, coragem! Teus pecados te são perdoados» 6º Domingo do Evangelho de São Mateus (6º Domingo Após Pentecostes) Apolitikion (5º tom) Louvemos, fiéis, e adoremos o Verbo Kondakion (5º tom) Glória ao Pai, ao Filho † e ao Espírito Santo. Desceste ao Hades, ó Salvador meu, Agora e sempre e pelos séculos dos séculos. Amém Alegra-te, ó Mãe de Deus, porta do Senhor! Hino à Mãe de Deus Ó Admirável e Protetora dos cristãos e nossa Medianeira do Criador Prokimenon Tu, Senhor, nos guardarás e nos preservarás, Salva-me, Senhor, porque o justo desapareceu Epístola: 2Tim 2,1-10 Leitura da Segunda Epístola do Apóstolo São Paulo a Timóteo
Aleluia Aleluia, aleluia, aleluia! Eu cantarei eternamente a tua misericórdia, Senhor Porque disseste: "A misericórdia elevar-se-á como um edifício eterno, Evangelho: Mt 9, 1- 8 Evangelho de Nosso Senhor Jesus †Cristo, segundo o Evangelista São Mateus
Kinonikón Caminharemos, Senhor,
Um paralítico é uma pessoa portadora de deficiência grave que impossibilita a mobilidade corporal, fazendo com que dependa inteiramente do outro. E os que auxiliaram o paralítico a chegar perto de Jesus, transportando-o, foram veículos da graça divina, do perdão dos pecados e da cura dos males físicos que há muito tempo afligiam aquele homem. Há uma quebra no desenvolvimento normal dos acontecimentos: a provável expectativa de uma cena espetacular de cura é surpreendida pela manifestação da Misericórdia Divina para com a fraqueza humana. Antes mesmo que um pedido de perdão partisse do coração daquele que sofria dos males da paralisia, Jesus perdoa seus pecados, conduzindo assim a atenção de todos para a relação que se fazia na época: pecado e doença. Para os Judeus toda enfermidade tinha origem moral e era causada pelo pecado pessoal ou dos pais. (Sl 38 e 41) Se aquela doença era conseqüência do pecado, logo, seria preciso eliminar o pecado para que a cura pudesse ser operada. Mas quem pode perdoar os pecados senão Deus? Os escribas ficam, portanto, escandalizados com a atitude de Jesus. Este homem blasfema, pensam! Jesus, após perdoar seus pecados, cura-o também de seus males físicos. E o paralítico levanta-se e sai à vista de todos. É assim desfeita a objeção dos escribas ao fato invisível do perdão dos pecados. Se naquele tempo a noção de pecado era distorcida, no mundo de hoje padecemos de uma generalizada e progressiva banalização da mesma. Do “tudo é pecado” ao “Nada é pecado”. Privados da experiência do perdão divino que é conforto para as nossas almas e fortalecimento para o corpo, ficamos assim mais vulneráveis aos males físicos. A Igreja, sinal e sacramento do perdão divino, é lugar de conversão e perdão fraterno. Também é portadora da mensagem do perdão que o Pai misericordioso quer estender a todos os filhos e filhas para tê-los sempre próximos. E todos nós, tornados seus membros pelo batismo, somos chamados a assumir, comunitária e individualmente, esta tarefa: ser mensageiros do sacramento da misericórdia divina, instrumentos do amor misericordioso que o Pai quer fazer chegar a todos. Como aqueles bons homens que conduziram até o Senhor o paralítico, nosso mundo precisa de cooperadores do bem, face à multidão cada vez maior de atores ou meros espectadores do sofrimento e do mal. Não apenas lamentar a presença do mal, mas assumir atitudes concretas que ajudem a combatê-lo. Em última análise, não cooperar com o mal, não ser coniventes com as múltiplas formas de mal que assolam nosso século, já é cooperar para o bem. Sem, no entanto, esquecer jamais que, por mais que façamos, é Cristo o Único e verdadeiro Libertador de todos os males que nos oprimem. "Os teus pecados te são perdoados!" Não eram bem essas as palavras que esperavam ouvir do Mestre aqueles letrados que o cercavam. Mal sabiam que, a pior opressão não é a paralisia do corpo, mas aquela que imobiliza, engessa e atrofia o espírito e endurece o coração. E, deste mal, eles é que necessitavam de ser curados. E Jesus não pára por aí: como se uma coisa estivesse de fato associada à outra, comunica ao paralítico, antes, o perdão de seus pecados, e liberta-o em seguida do mal que mantém paralisado o seu corpo: “Levanta-te, toma teu leito e vai para casa!”
|
||||||||||||||||||||||||||
|
© 2004-2008 ECCLESIA Brasil |
| Home | Igreja Ortodoxa | Patriarcado Ecumênico | Arquidiocese Grega | Monte Athos | | Calendário Ortodoxo | Canto Litúrgico Bizantino | Livro de Visitas | Links | N E W S | |
|||||||||||||||||||||||||