Os pais de Nazário, Africanos e Perpetua, conta-se que eram discípulos do Apóstolo Paulo, quem os introduziu na fé e os batizou. Nazário ficou orfão muito jovem e, numa sociedade corrompida os ensinamentos da fé cristã, como os que formaram o jovem Nazário, o protegeu e colocou em destaque as suas virtude. O Santo manteve-se incorruptível, como dizia o Apóstolo Pedro: «…] purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro» (1ª Epístola de Pedro 1,22). O Santo não só manteve-se íntegro e honrado como, ao completar 20 anos de idade, vendeu todas as suas propriedades, repartiu o dinheiro com os pobres e iniciou uma peregrinação, pregando a Palavra do Evangelho. Indo à Milão, encontrou-se com dois piedosos homens, Gervásio e Protásio e, pregando juntos, os três alcançaram grande êxito, não só entre as pessoas do povo como nas classes sociais mais altas. Depois disso, Nazário foi à França onde também foi muito bem sucedido em suas pregações. Entre aqueles que trouxe à fé estava o jovem Celso, um jovem de profunda fé que acompanhou Nazário de volta à Milão. Lá, encontraram-se com Gervásio e Protásio e também com a perseguição aos cristãos por parte do governador Anodinos. Logo foram chamados e forçados a negar sua fé e prestarem adoração aos ídolos, o que se negaram a fazê-lo e, por isso, foram mortos por decapitação.

Tradução e publicação neste site
com permissão de
Ortodoxia.org
Trad. Pe. 

 

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